EGITO

O Território

 

O Egito está localizado no canto nordeste da África e estende-se por uma área de  995.880 km2. Apenas 5% do País é habitado, ao longo das encostas do Rio Nilo cujo curso alonga-se por mais de 1.440 km , desde o Mar Mediterrâneo ao norte até o Sudão ao sul, a oeste faz fronteira com a Líbia e a leste encontram-se  o deserto, o Mar Vermelho e o Sinai. A área mais fértil do Egito é o delta do Rio Nilo.

Cairo, a capital egípcia, possui 14 milhões de habitantes, enquanto Alexandria, a segunda maior cidade, tem uma população de 5.5 milhões.


 

A População:

            A população do Egito é de 60 milhões. Cerca de 90% dos egípcios estão concentrados nas áreas férteis do delta do Nilo e ocupam 5% do território egípcio -  44% habitam em áreas urbanas, a maioria em alguma das 4.000 cidades. No entanto, durante os últimos anos, foi constatada a imigração urbana.

            Os egípcios são em geral extrovertidos, calorosos e possuidores de uma boa dose de senso de humor. Eles cultivam o respeito e têm apreço pelos turistas estrangeiros, além de serem extremamente tolerantes com  indivíduos de outras raças, religiões e diferentes nacionalidades.

 

Perfil Histórico:

            A memória histórica do Egito tem seus primeiros registros datados por volta do ano 4.000 A.C., quando caçadores nômades fixaram-se no Vale do Nilo. Mas, foi no ano  3.100 A.C. que os egípcios coroaram seu primeiro Faraó, Menes, que posteriormente foi quem unificou as duas regiões do país: o Baixo Egito (também designado o Delta) e o Alto Egito (desde Giza até Aswan ao Sul). A história egípcia pode ser resumida da seguinte forma:

Egito Pré-dinastia: de 5.000 a 3.200 A.C.

Dinastia do Egito: de 3.200 a 2.700 A.C. Desenvolvimento da sociedade, da lei e da religião.

O Antigo Reinado: de 2.700 a 2.600 A.C. Grandes conquistas, principalmente nos campos da administração, da astronomia e da arquitetura.

O Reinado Intermediário: de 2.260 a 1.780 A.C. Uma era de prosperidade e de expansão do poder político e dos horizontes da economia. Tebas tornou-se a capital. Mais tarde, o Egito foi invadido pelos Hyksos vindos da região da Caucásia, cuja permanência durou 150 anos até que finalmente foram expulsos.

O Novo Reinado: de 1.580 a 1.085 A.C. Foram 400 anos de esplendor, prosperidade e desenvolvimento artístico e espiritual. A arquitetura alcança as alturas.

O Declínio: 1.090 a 332 A.C. O país ficou sob a influência de padres. Em 525 A.C. o Egito é conquistado pelos Persas.

O Período Greco-Romano: 332 A.C. a 640 D.C. No ano de 332 A.C., Alexandre o Grande passou a ter o Egito sob seu domínio, designando a si mesmo Faraó, ele fundou a cidade de Alexandria. Após a sua morte, a Dinastia Ptolêmica foi estabelecida e Alexandria teve grande prosperidade. Disputas e guerras fracionistas resultaram no término da dominação grega que ficou marcado com o suicídio de Cleópatra. Depois disso, o Egito tornou-se uma Província Romana.

O Período Copta: No ano de 61 D.C., o Cristianismo foi introduzido no Egito por São Marcos, fundador do Patriarcado  de Alexandria. Por volta do ano 190 D.C., registrou-se um grande desenvolvimento da comunidade cristã. Depois que o Império Romano foi oficialmente dividido no ano 395 D.C., o Egito passou a fazer parte da porção Leste, conhecida como Império Bizantino, cuja religião era o Cristianismo. Poucos anos depois,  o Patriarcado de Alexandria  pregou uma doutrina do Cristianismo que foi rejeitada pela Igreja Bizantina. Como conseqüência, os Cristãos Coptas do Egito foram perseguidos pelos Melquitas ortodoxos.

 

O Período Islâmico: Em 641 D.C., os bizantinos foram derrotados pelo exército árabe islâmico, comandado por Amr Ibn El Aas que construiu sua capital perto da atual Cairo. O Egito passou a ser um país árabe com uma maioria islâmica e a liberdade religiosa foi concedida à população. Depois, o Egito foi invadido pelos Sultãos Otomanos que dependiam dos escravos mamelucos para governar o país. Em 1798, Napoleão conquistou o Egito mas teve que renunciar após a derrota na batalha naval de Abu-Kir, perto de Alexandria. Um oficial albanês que servia ao Império Otomano chamado Mohamed Ali declarou-se a autoridade governante do país. Durante o seu reinado (de 1805 a 1849) o Egito fez enorme progresso em diversas áreas de atividades. No entanto, sob o governo do seu neto, Khedive Ismail, a necessidade de obter capital estrangeiro para financiar a construção do Canal de Suez levou o Egito a se sujeitar ao domínio inglês.

A Revolução de 1952: Em 1952, a dinastia real estabelecida por Mohamed Ali teve seu fim, quando um grupo de oficiais do exército forçou  o Rei Farouk a abdicar e, em 1954, Gamal Abdel-Nasser tornou-se presidente do Egito. Foi, então, proclamada a República no Egito. Após sua morte, em 1970, Nasser foi sucedido por Mohamed Anwar El-Sadat que foi assassinado em 1981. Então, Mohamed Hosni Mubarak foi eleito presidente.

 



 

 

Informações Gerais:

 

 

O Governo Egípcio: O Egito é designado República Árabe do Egito. O sistema de governo é presidencial e democrático. O presidente é nomeado pela Assembléia Popular, composta por 350 membros e aprovada através de voto popular direto. O mandato presidencial tem a duração de seis anos, podendo este ser reeleito para outro mandato.

 

Geografia: O Egito está localizado no canto nordeste da África. De forma retangular, sua área é de 995.880 km2. A Oeste encontram-se o Deserto Oeste e a Líbia, e a Leste estão localizados o Planalto Desértico, o Mar Vermelho e o Sinai. O Egito faz fronteira com o Sudão ao Sul e ao Norte encontra-se o Mar Mediterrâneo. Apenas 4 ou 5% do vasto país é habitado.

Abaixo do Cairo, o Nilo se desmembra em dois  afluentes principais – Roseta no lado oeste e Damietta no leste. O Egito pode ser dividido nas seguintes regiões:

O Deserto do Leste: Inclui o planalto que se estende desde o vale do Nilo até o Mar Vermelho, também localizando-se nesta região o Sinai que inclui o Monte Catherine, a montanha mais alta do Egito, com 2.642 metros.

O Deserto do Oeste: Corresponde a cerca de 68% do território total do país. Compreende a região desde o vale do Nilo até a fronteira com a Líbia e ainda desde a costa do Mar Mediterrâneo até a fronteira com o Sudão.

O Vale do Nilo: É a área mais habitada do Egito. Este fértil vale corresponde a uma faixa de 11 a 15 km ao longo do Rio Nilo e mais aproximadamente uns 9.600 km2 no Delta do Nilo. O comprimento total do Nilo no Egito é de 1.440 km.

 

Língua: árabe é a língua oficial do Egito. No entanto, a maioria dos egípcios entende e fala inglês e francês. Em cidades maiores, o visitante estrangeiro não encontra dificuldades para se comunicar com as pessoas nativas.

 

Clima: O Outono e o Inverno são as estações ideais para se visitar o Egito, quando o clima temperado prevalece, com temperaturas variando entre 15 e 27 graus centígrados. As noites são frescas. Durante o mês de Abril, um vento quente de areia sopra eventualmente, o que pode tornar a paisagem menos atraente. Os meses de verão são quentes, com a temperatura entre 27 e 40 graus centígrados, ar seco e baixa umidade. Em Alexandria, no Mediterrâneo, os meses de Dezembro a Fevereiro são chuvosos e frescos. De Outubro a Abril é o melhor período climático, com a temperatura variando entre 15 e 20 graus centígrados.

 

Religião: Aproximadamente 85% da população egípcia é mulçumana. Do restante, cerca de 9 milhões de pessoas são cristãos ortodoxos, pertencentes à Igreja Copta. Na maioria das cidades do Egito, mosteiros e igrejas são encontrados perto uns dos outros. Há também algumas sinagogas, já que uma pequena comunidade judaica ainda mora no Egito.

 

Economia: Antes da Revolução de 1952, a economia egípcia dependia principalmente da agricultura. Desde então, no entanto, o país desenvolveu outros recursos naturais e, nos tempos atuais, o Egito exporta óleo, tecidos, alimentos enlatados, carros e o Canal de Suez é considerado uma importante fonte de renda, com uma média de 70 navios cruzando o canal diariamente e pagando taxas. Turismo é uma das pricipais fatias da economia. Com um esforço no sentido de aumentar as  terras cultiváveis, o País tem empregado novos métodos de irrigação e em algumas partes do deserto novas cidades têm sido construídas.

 

Agricultura: A alta fertilidade do solo no Vale do Nilo proporciona ao Egito a capacidade de produzir muitos produtos agrícolas, especialmente o arroz, as verduras, a cebola, a cana de açúcar e as frutas em geral. Além disso, o Egito é um dos maiores produtores e exportadores mundiais de algodão.

 

Educação: A educação no Egito, desde a escola primária até a universidade, é concedida gratuitamente pelo governo a todos os egípcios. O sistema de educação é composto por quatro níveis: primário, preparatório, secundário e universitário. A educação primária é obrigatória para todas as crianças na idade de 6 a 12 anos.

 

Moeda: A moeda única do Egito é a libra egípcia que se divide em 100 centavos ( que é chamado de piastre). Há notas de 25 e 50 piastres (centavos) e de 1, 5, 10, 20 e 100 libras egípcias. Há ainda moedas de prata de 5, 10 e 20 piastres. A taxa de câmbio é flutuante, oscilando em torno de EP$ 3.36 para US$ 1,00.


 


O que há para se conhecer no Egito:

 

Cairo

É a capital do Egito, foi fundada no século VI por árabes que se fixaram na região. Cairo atualmente é uma metrópole que oferece a seus visitantes uma visão de convivência harmoniosa entre o passado e o presente.

 

Cairo Faraônica

As pirâmides e a Esfinge: localizadas a 15 km a oeste de Cairo.

 

O Barco Solar: o barco mais antigo do mundo fica em exibição permanente, próximo à Pirâmide de Quéops.

 

A Pirâmide de degraus: fica em Saqqara, a 32 km ao sul de Giza e é a primeira grande construção de pedra realizada pela humanidade.

 

A Sinagoga Judaica

Próxima à Igreja de Santa Bárbara, encontra-se a Sinagoga Ben Ezra, cuja construção foi realizada no século IX e está localizada às margens da corredeira onde supostamente Moisés foi encontrado ainda bebê. Ornamentos Schechinah e uma valiosa coleção de manuscritos antigos, bem como a Torah, podem ser encontrados.

 

Cairo Copta

A Igreja de El Mouallaga, chamada de igreja reminiscente, fica perto do Museu Copta, no Cairo Antigo. Foi construída pelos romanos no primeiro século A.C.

 

Há também a Igreja de Abou Serga, não muito longe da de El Mouallaga. Diz-se que esta igreja marca o lugar onde José e Maria descançaram quando fugiram do Egito.

 

Cairo Islâmica

A Cidadela de Salah El-Din, localizada no lado leste de Cairo, aos pés da Montanha Mukattam. É uma fortaleza do século 13. Um de seus prédios é a Mesquita de Mohamed Ali.

 

A Mesquita de Ibn Tulon se distingüe pela sua escadaria externa que envolve a torre. Sua construção data de 879 D.C.

 

A Mesquita do Sultão Hassan, na praça de Salah El-Din, construída no século 14, é a maior mesquita de Cairo, com a torre mais alta.

 

A Mesquita e a Universidade de Al Azhar, na praça El-Hussein, fundada no século 10, Al Azhar é a universidade mais antiga do mundo.

 

A Mesquita de Qalawun, na área Mouski, datando do século 13, possui uma fachada imponente, com colunas corintianas e arquitetura islâmica.

 

Museus no Cairo

Museu Egípcio, atrás do Hotel Hilton Nilo. Contém a mais rica coleção do mundo de antigüidades faraônicas. Os tesouros do Rei Tutankhamun estão no segundo andar, onde também podem ser vistas 27 múmias. Aberto diariamente de 9:00 às 16:00 e aos Sábados de 9:00 às 11:15 e de 13:30 às 16:00.

 

Museu Copta, no Cairo Antigo, contém coleções raras, datando do início da era cristã. Aberto diariamente, de 9:00 às 16:00. Horário de verão: de 8:00 às 13:00.

 

Museu Islâmico, fica na praça Ahmed Maher. Seu acervo cobre todas as modalidades de arte islâmica, coletadas de diversas regiões do mundo islâmico. O mesmo horário de funcionamento do Museu Egípcio.

Luxor                                                                                                                          

Centro do poder egípcio de 2.100 a 750 A.C., Luxor, que está localizada à margem leste do Nilo, a aproximadamente 640 km ao sul do Cairo, é uma cidade sem igual em todo o mundo. Suas tumbas impressionantes, templos e estátuas são o testemunho das grandiosas conquistas do homem antigo.

 

Margem Leste de Luxor

O Templo de Luxor: no centro da cidade, construído por Amenophis III e dedicado ao deus Amon-Ra, e ampliado por Ramses II.

O Templo de Karnak: fica a 8 km ao norte do Templo de Luxor. Foi construído há aproximadamente dois mil anos atrás e cada faraó acrescentou sua própria contribuição. Lá encontra-se o "Hypostyle Hall", o maior de todos os templos do mundo, com 4500 metros quadrados e constituído por 134  colunas enormes, além do obelisco da Rainha Hatshespsut, com 32 metros.

Museu de Luxor: fica situado entre os templos de Luxor e de  Karnak. Um museu pequeno mas de grande beleza, contendo peças únicas de artesanato e arte egípcia antiga.

Espetáculo de Som e Luz: acontece todas as noites no Templo de Karnak. Os visitantes vão andando pelo templo até chegarem ao teatro do Lago Sagrado, onde as narrações continuam sendo feitas.

 

 

Margem Oeste de Luxor

O Colosso de Memnon: é constituído por duas estátuas gigantes de Amenophis II.

O Templo da Rainha Hatshepsut: construído como uma série de grandes terraços, com  várias fileiras de colunas de granito que se confundem com as montanhas ao fundo.

O Vale dos Reis: aos pés das montanhas de Gourna, cerca de 60 tumbas de faraós e de homens nobres podem ser visitados.

A Tumba de Tutankhamun: Ainda contém uma das três pedras originais do sarcófago com um caixão de ouro, guardado por babuínos pintados na parede. Os tesouros de Tutankhamun estão em exibição no Museu do Egito.

A tumba de Amenophis II: Tem um visual moderno e um sarcógago ricamente decorado.

A Tumba de Ramsés VI: Possui excelentes pinturas nas paredes e no teto, ilustrando uma deusa a flutuar pelo céu de estrelas e vários sóis.

A Tumba de Seti I: Apresenta alguns breves desenhos na parede.A câmara funerária tem um teto espetacular com gravuras em preto e dourado de alusão astrológica.

As Tumbas dos Nobres: Espalhadas ao longo das margens do deserto, estas tumbas de padres e nobres mostram muitos detalhes da vida cotidiana dos antigos egípcios.

A Tumba de Nacht: Tem cenas de banquetes, garotas dançarinas, músicos, arranjos de frutas e grãos nas pinturas das  paredes.

 

 

Aswan

Um resort para o descanso. Conhecida pelo seu clima seco, Aswan apresenta um dos cenários mais bonitos do país, além da Alta Represa de Aswan, um exemplar da engenharia moderna.

A cidade fica a 960 km ao sul de Cairo e a 184 km de Luxor.

A Alta Represa de Aswan: Concluída em 1964, está localizada a 6,4 km ao sul da antiga represa. A nova represa originou um lago com 480 km de extensão. Uma visita ao local pode ser feita, indo de táxi.

O Templo Kalabsha: Está localizado a 9,6 km ao sul da represa, na margem oeste do lago. O Templo foi erguido em homenagem ao Deus Núbio, Mandulis.

O Templo de Philae: Fica na ilha de Agilka, para onde foi removido recentemente, a fim de salvá-lo de uma enchente do Nilo. O Grande Templo de Isis é o maior e mais distinto dos templos, com uma composição balanceada de arcos e colunas. O Templo de Hathor tem pinturas muito bonitas na parede, mostrando dançarinas e músicos.

Ilha Elephantine: Pode-se chegar lá de “felucca” que é um tipo de barco a vela, atravessando o Nilo ao norte do Hotel New Cataract. Também pode-se visitar as ruínas da cidade antiga, o museu e o "Nilometer".

Mausoléu de Aga Khan: Situado na montanha, de frente para a torre de Bilal.

Monastério de São Simão: Foi construído por monges Coptas no século 6 D.C. As ruínas ficam localizadas atrás do Mausoléu.

Ilha da Plantação: tem uma variedade exclusiva de plantas exóticas de todo o mundo.

Obelisco Inacabado: Perto das escavações de granito onde as pedras eram cortadas para serem utilizadas em monumentos antigos. O Obelisco tem 42 metros de comprimento e um peso de aproximadamente 1.170 toneladas. 

 

Area de Aswan

Templo de Edfu: 112 km ao norte de Aswan, o Templo de Edfu supera o Templo de Horus, o mais bem preservado da herança faraônica. Sua fundação começou em 237 A.C., durante o reinado de Ptolomeu III e demorou 200 anos para sua conclusão.

 

Templo de Kom Ombo: 48 km ao norte de Aswan, o templo é dedicado a Sobek, o deus crocodilo, e Haroeris, o deus alado.

 

Templo de Abu Simbel: 272 km ao Sul de Aswan, construído há 3.500 anos atrás por Ramses II. Para salvá-lo de inundações, o templo foi cortado em 2.000 pedaços pesando aproximadamente 40.000 toneladas cada, removido a uma localidade 30 metros acima e reconstruído. Os templos de Ramses e Hathor são a prova da perfeita arquitetura do antigo Egito. Pode-se chegar ao Templo de Abu Simbel por avião em vôos vindos de Cairo ou de Aswan, ou por terra.

 

 

Alexandria

Alexandria, chamada a "Pérola do Mediterrâneo" é a segunda maior cidade do Egito, com uma população de cerca de 5.5 milhões. Oferece aos seus visitantes algumas reminiscências de sua antiga glória, uma ampla costa marítima e praias ensolaradas.

 

O Pilar de Pompeu: Num pequeno parque a cerca de 2,4 km ao sudoeste do centro da  cidade, está a coluna com 28 metros de altura, erguida na casa do Imperador Diocleciano por seu exército. O nome foi dado por engano pelos Cruzados no século 13, que pensaram que o pilar servia de marco para a tumba de  Pompeu o Grande.

 

As Catacumbas de Kom El Shokafa: Fica perto do Pilar de Pompeu. São constituídas por três tumbas datadas do século 2 A.C., escavadas na pedra, 30 metros abaixo da terra. Uma escada em espiral desce até as câmaras do primeiro andar.

 

O Museu Greco-Romano: Localizado na Rua El Mathaf, contém um acervo de estátuas, jóias e outros artefatos greco-romanos. A sala 9 é dedicada às relíquias do culto do crocodilo, havendo lá inclusive um crocodilo mumificado.

 

O Anfiteatro Romano: Fica perto do Museu Greco-Romano. Foi descoberto em 1963 e é datado do século 2 D.C., o anfiteatro encontra-se em surpreendente estado de conservação.

 

Forte da Baía de Qait: Fica no lado oeste do Cornich, é uma fortaleza medieval que data do século 15, no lugar em que o Farol de Pharos, uma das sete maravilhas do mundo, esteve erguido no passado. Também abriga o Museu Naval e, do outro lado da rua, encontra-se o Aquário.

 

Palácio de Ras El Tin: Não muito longe do Forte, este palácio era a residência de verão onde o ex-Rei Farouk assinou sua abdicação.

 

Sinai

A Península do Sinai é constituída por um grande triângulo de terra, com 58.120 km de área com longas encostas, montanhas de granito bem altas, abismos profundos e oásis verdes e férteis. Detentor de uma história fascinante, lugares sagrados e beleza sem igual. Foi no Sinai que Moisés recebeu os Dez Mandamentos, que o profeta Elias encontrou refúgio da Rainha Jezebel e que a Família Sagrada fez a travessia quando fugiu do Egito.

El-Arish: Reconhecida por suas águas tranqüilas, praias sombreadas por palmeiras e areia branca de grãos bem finos.

Mosteiro de Santa Catarina: Construído pelo Imperador Justiniano no século 6 para abrigar monges cristãos. O Mosteiro contém a Capela do Arbusto em Chamas, o Mosaico com a transfiguração de Cristo e a Biblioteca com manuscritos cristãos antigos.

Monte Moisés: Fica além do Mosteiro. Os monges construíram uma escada de pedras com 3.750 degraus que leva ao topo.

Sharm El Sheik, Dahab e Nuweiba: Três reservas para a prática de mergulho, a 480, 560 e 640 km, respectivamente, de distância de Cairo, com acomodações limpas e confortáveis e centros de mergulho totalmente equipados, dirigidos por instrutores profissionais.

Taba: Última reserva turística na costa do Mar Vermelho na região do Sinai, com uma localização privilegiada que permite, a olho nu, avistar a Jordânia, Arábia Saudita e Israel.

 

O Mar Vermelho

Um paraíso virtual para os entusiastas do mergulho, o Mar Vermelho é reconhecido por especialistas como possuidor da melhor paisagem submarina do mundo. Habitado por cardumes de peixes exóticos, formações de corais, tanto do  tipo mais sólido quanto do maleável,  e um belo deserto acrescenta ainda mais charme ao Mar Vermelho.

Hurghada: Numa baía em forma de lua crescente, com montanhas de cume arredondado, Hurghada fica a 380 km ao sul do Canal de Suez.

 

O Canal de Suez

Suez: Localizado no Mar Vermelho, a 131 km ao leste de Cairo, na entrada sul do Canal de Suez. Um dos lugares mais apropriados para  pescar e acampar.  O Suez é conhecido pelas Montanhas Ataka, localizadas na Costa Sul, que curiosamente mudam de cor em diferentes horas do dia.

Ismailia: Uma cidade atraente na costa oeste do Lago Timsah, Ismailia foi fundada por Ferdinand de Lesseps, em 1863, para servir de base de operações durante as escavações do Canal de Suez.

Porto Said: Uma cidade moderna, localizada a 216 km a nordeste de Cairo, na entrada mediterrânea do Canal de Suez. Porto Said apresenta um cenário proeminente ao longo das suas praias.

 

O Oásis

Fayyum: É o maior oásis do Egito, Fyyum está a 104 km  a sudoeste de Cairo, com vista para o Lago Qarun, conhecido por ser propício à pesca e à caça. Os visitantes podem apreciar os restos do templo e da pirâmide de Amenemhat III e Qast Qarun, assim como um templo ainda preservado da era greco-romana.

Kharga e Dakhla: Localizados na região do Vale Novo, na parte sul do deserto oeste. Saindo de Assiut, são 227 km para  se chegar a Kharga – três horas de carro. Também pode-se chegar aos oásis pela companhia Air Sinai, saindo de Cairo. Dakhla fica a 192 km a oeste de Kharga. A estrada para Kharga é boa e pode ser percorrida em três horas de carro.

Pontos turísticos em Kharga: o Templo Nadura, que remete ao tempo de  Antonius Pius. Também há uma fortaleza romana. No centro do oásis, está Kasr El Gueweka, com um santuário em homenagem ao Deus Amon. E mais ao sul fica Baris, um templo consagrado a Iris e Serapis.

Em Dakhla, tem um mosteiro de pedra dedicado ao Deus Amon. Um outro ponto que desperta a curiosidade dos turistas é o Chalybeate Springs.

 

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